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CORREDOR DO LOBITO: UMA VIA SEGURA DO DESENVOLVIMENTO

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Janeiro, Fevereiro e Março de 2024

Revista Petrogás & Bio I No 0

AMBIENTE

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Janeiro, Fevereiro e Março de 2024

Revista Petrogás & Bio I No 0


CONSTRUÇÃO E MODERNIZAÇÃO DE ESTRADAS E CAMINHOS-DE-FERRO AVANÇA NA ZÂMBIA

Vários projectos no domínio dos caminhos ­de­ ferro, reabilitação e construção de pontes e infra­estruturas rodoviárias encontram­-se já em curso no país de Kennet Kaunda, que encara o corredor do lobito, como um forte suporte ao desenvolvimento das actividades comerciais na Zâmbia.

CONSTRUÇÃO E MODERNIZAÇÃO DE ESTRADAS E CAMINHOS-DE-FERRO AVANÇA NA ZÂMBIA
CONSTRUÇÃO E MODERNIZAÇÃO DE ESTRADAS E CAMINHOS-DE-FERRO AVANÇA NA ZÂMBIA

Tudo surge na sequência do Acordo da Agência de facilitação do transporte de trânsito do Corredor do Lobito

(LCTTFA), assinado no início do ano, no Porto do Lobito, Província de Benguela, pelos ministros dos Transportes de Angola, da República Democrática do Congo e da Zâmbia, com o apoio e coordenação do Secretariado da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC).


Até há bem pouco tempo em estado avançado de degradação, as obras de modernização da estrada que liga Mwinilunga ao Jimbe, ocidente da Zâmbia, zona fronteiriça com a República de Angola, encontram-se já em curso, admitindo-se como certo que, até ao primeiro semestre de 2024, venham a ser concluídas.


Com cerca de 160 quilómetros, a via encontrava-se em péssimas condições de mobilidade. Não era possível o acesso de camiões e apenas os Jeeps 4x4 conseguiam circular nesta via, importantíssima na ligação entre os dois países. Para chegar à cidade mais próxima no interior de Angola, a partir da fronteira com a Zâmbia, é necessário percorrer cerca 363 quilómetros.


Dois projectos estruturantes de desenvolvimento e modernização das vias, dos quais um que envolve a construção de uma linha ferroviária que vai cruzar os dois países e o outro que prevê a fundação de uma ponte sobre o Rio Zambeze, encontram-se já em curso.


O Ministro das Terras da Zâmbia, Elijah Muchima, garante que o seu governo está determinado na criação de links para a concretização desses projectos que, conforme fez questão de real ar, “ prevê a construção de uma linha férrea que vai ligar os dois países”.


“O governo vai fazer tudo para que as condições na fronteira de Jimbe sejam melhoradas e que o caminho de ferro e a estrada que vai ligar a Zâmbia e Angola sejam uma realidade, nos próximos tempos”, afirmou o Muchima, que também é membro do Parlamento pelo Distrito de Ikelenge, nordeste da Zâmbia, zona de fronteira com Angola.


De uma maneira geral, os zambianos que vivem ao longo da fronteira com Angola, aguardam com grande expectativa a conclusão das obras e apelam ao governo zambiano para acelerar a sua execução, de formas a que o desenvolvimento chegue rápido às suas zonas, com a “competente liderança do Presidente Hakainde”.


Num contacto telefónico com dois moradores daquela zona, Gilberto Kumesa e Maxwell Musesa disseram esperar que a estrada venha a ser concluída o mais rápido quanto possível.


Para os residentes no distrito de Kalabo, Província ocidental da Zâmbia, já era sem tempo a construção da ponte. Sem a ponte de 140 metros, eles são forcados a despender quatro.


CORREDOR DO LOBITO Situado ao longo da Costa Atlântica, o Corredor do Lobito é uma linha de transporte que inicia no Porto de Lobito e atravessa Angola de oeste ao leste, passando pelas províncias do Huambo, Bié e Moxico, com conexão às regiões ricas em minerais da província de Katanga na RDC e do Cinturão de Cobre de Copperbelt da Zâmbia. De acordo com a Agência para Facilitação de Transporte de Trânsito do Corredor do Lobito, o objectivo do momento é acelerar o crescimento do comércio interno transfronteiriço ao longo do corredor, com a implementação de instrumentos de facilitação comercial harmonizados. O Corredor do Lobito se apresenta como uma rota estratégica, alternativo à importação e exportação de e para as Repúblicas da Zâmbia e da República Democrática do Congo. É rota mais curta e principal saída para o mar para estes dois países encravados da região. O acordo da Agência de Facilitação de Transporte de Trânsito do Corredor do Lobito (LCTTFA), rubricado a 27 de Janeiro do ano em curso, surge na sequência das negociações iniciadas em 2013, entre os três países membros. Tem entre as suas principais linhas de forca, a promoção e o desenvolvimento de infra-estruturas ao longo do corredor, em apoio às necessidades actuais e futuras dos seus usuários, além de incentivar a redução de custos de movimentação de carga e passageiros.

RREDOR D LOBIT



SONANGOL REACTIVA UM MARCO NA INDÚSTRIA PETROLÍFERA

INVESTIMENTO

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SONANGOL REACTIVA UM MARCO NA INDÚSTRIA PETROLÍFERA

Vários projectos no domínio dos caminhos ­de­ ferro, reabilitação e construção de pontes e infra­estruturas rodoviárias encontram­-se já em curso no país de Kennet Kaunda, que encara o corredor do lobito, como um forte suporte ao desenvolvimento das actividades comerciais na Zâmbia.

CONSTRUÇÃO E MODERNIZAÇÃO DE ESTRADAS E CAMINHOS-DE-FERRO AVANÇA NA ZÂMBIA
CONSTRUÇÃO E MODERNIZAÇÃO DE ESTRADAS E CAMINHOS-DE-FERRO AVANÇA NA ZÂMBIA

Tudo surge na sequência do Acordo da Agência de facilitação do transporte de trânsito do Corredor do Lobito

(LCTTFA), assinado no início do ano, no Porto do Lobito, Província de Benguela, pelos ministros dos Transportes de Angola, da República Democrática do Congo e da Zâmbia, com o apoio e coordenação do Secretariado da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC).


Até há bem pouco tempo em estado avançado de degradação, as obras de modernização da estrada que liga Mwinilunga ao Jimbe, ocidente da Zâmbia, zona fronteiriça com a República de Angola, encontram-se já em curso, admitindo-se como certo que, até ao primeiro semestre de 2024, venham a ser concluídas.


Com cerca de 160 quilómetros, a via encontrava-se em péssimas condições de mobilidade. Não era possível o acesso de camiões e apenas os Jeeps 4x4 conseguiam circular nesta via, importantíssima na ligação entre os dois países. Para chegar à cidade mais próxima no interior de Angola, a partir da fronteira com a Zâmbia, é necessário percorrer cerca 363 quilómetros.


Dois projectos estruturantes de desenvolvimento e modernização das vias, dos quais um que envolve a construção de uma linha ferroviária que vai cruzar os dois países e o outro que prevê a fundação de uma ponte sobre o Rio Zambeze, encontram-se já em curso.


O Ministro das Terras da Zâmbia, Elijah Muchima, garante que o seu governo está determinado na criação de links para a concretização desses projectos que, conforme fez questão de real ar, “ prevê a construção de uma linha férrea que vai ligar os dois países”.


“O governo vai fazer tudo para que as condições na fronteira de Jimbe sejam melhoradas e que o caminho de ferro e a estrada que vai ligar a Zâmbia e Angola sejam uma realidade, nos próximos tempos”, afirmou o Muchima, que também é membro do Parlamento pelo Distrito de Ikelenge, nordeste da Zâmbia, zona de fronteira com Angola.


De uma maneira geral, os zambianos que vivem ao longo da fronteira com Angola, aguardam com grande expectativa a conclusão das obras e apelam ao governo zambiano para acelerar a sua execução, de formas a que o desenvolvimento chegue rápido às suas zonas, com a “competente liderança do Presidente Hakainde”.


Num contacto telefónico com dois moradores daquela zona, Gilberto Kumesa e Maxwell Musesa disseram esperar que a estrada venha a ser concluída o mais rápido quanto possível.


Para os residentes no distrito de Kalabo, Província ocidental da Zâmbia, já era sem tempo a construção da ponte. Sem a ponte de 140 metros, eles são forcados a despender quatro.


CORREDOR DO LOBITO Situado ao longo da Costa Atlântica, o Corredor do Lobito é uma linha de transporte que inicia no Porto de Lobito e atravessa Angola de oeste ao leste, passando pelas províncias do Huambo, Bié e Moxico, com conexão às regiões ricas em minerais da província de Katanga na RDC e do Cinturão de Cobre de Copperbelt da Zâmbia. De acordo com a Agência para Facilitação de Transporte de Trânsito do Corredor do Lobito, o objectivo do momento é acelerar o crescimento do comércio interno transfronteiriço ao longo do corredor, com a implementação de instrumentos de facilitação comercial harmonizados. O Corredor do Lobito se apresenta como uma rota estratégica, alternativo à importação e exportação de e para as Repúblicas da Zâmbia e da República Democrática do Congo. É rota mais curta e principal saída para o mar para estes dois países encravados da região. O acordo da Agência de Facilitação de Transporte de Trânsito do Corredor do Lobito (LCTTFA), rubricado a 27 de Janeiro do ano em curso, surge na sequência das negociações iniciadas em 2013, entre os três países membros. Tem entre as suas principais linhas de forca, a promoção e o desenvolvimento de infra-estruturas ao longo do corredor, em apoio às necessidades actuais e futuras dos seus usuários, além de incentivar a redução de custos de movimentação de carga e passageiros.

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