SONANGOL REACTIVA UM MARCO NA INDÚSTRIA PETROLÍFERA
Janeiro, Fevereiro e Março de 2024
Revista Petrogás & Bio I No 0
AMBIENTE
SONANGOL REACTIVA UM MARCO NA INDÚSTRIA PETROLÍFERA
Janeiro, Fevereiro e Março de 2024
Revista Petrogás & Bio I No 0
EXPLORAÇÃO DE PETRÓLEO NO ONSHORE ANGOLANO MUITO PRÓXIMO DA REALIDADE

De acordo com informações colhidas através do o site PetroAngola, o plano de trabalho inicial para o Bloco KON11, que depende dos resultados deste primeiro poço, deve incluir a perfuração de um ou mais poços novos.
Caso a perfuração seja bem-sucedida o consórcio avançará directamente para a produção inicial de petróleo, uma vez que os resultados positivos da perfuração abrirão caminho para uma avaliação mais aprofundada dos dados geológicos e geofísicos, visando a melhoria dos mapas estruturais do bloco e o reinício da produção escalonável.
A reactivação das actividades de exploração no Bloco KON-11, especialmente na Bacia do Kwanza, que esteve inactiva desde os anos 90, representa um marco significativo para a indústria petrolífera angolana.
As operações de perfuração es- tão a ser lideradas pela empresa Corcel, que expressou o seu entusiasmo com o início das actividades de perfuração em Angola, considerando esse marco extremamente significativo para a empresa.
A Corcel e a Sonangol têm a convicção de que a reinterpretação das estruturas existentes, aliada à aplicação de tecnologia de perfuração e completação de ponta, incluindo a possibilidade de perfuração horizontal, resultará num aumento significativo do Original Oil in place (“OOIP”) do campo.
O reservatório convencional do campo Tobias está situado no calcário Binga, com uma porosidade que varia entre 4% e 14%, a uma profundidade de cerca de 700 metros. O pico histórico de produção do poço Tobias foi de 17,5 KBPD, com um total de 29 MMBBLS produzidos ao longo da vida do campo.
A Corcel estima que os recursos petrolíferos contingentes não produzidos atinjam a marca de 65 MMBBLS, dos quais 11,7 MMBBLS correspondem à participação líquida da CRCL. Isso qualifica o campo para os benefícios fiscais estabelecidos pelo governo angolano para campos marginais, resultando em regimes favoráveis de royalties, impostos e depreciação.
O campo poderá começar a produzir no final do segundo trimestre de 2024. A Sonangol é a operadora do Bloco, com uma participação de 30%. A Brite’s Oil and Gas detém uma participação de 25%, o Grupo Simples conta com 20%, a empresa Atlas Petroleum Exploration 20% e a Omega Risk Solutions com um interesse participativo de 5%.
INVESTIMENTO
INVESTIMENTO
CORREDOR DO LOBITO: UMA VIA SEGURA DO DESENVOLVIMENTO

De acordo com informações colhidas através do o site PetroAngola, o plano de trabalho inicial para o Bloco KON11, que depende dos resultados deste primeiro poço, deve incluir a perfuração de um ou mais poços novos.
Caso a perfuração seja bem-sucedida o consórcio avançará directamente para a produção inicial de petróleo, uma vez que os resultados positivos da perfuração abrirão caminho para uma avaliação mais aprofundada dos dados geológicos e geofísicos, visando a melhoria dos mapas estruturais do bloco e o reinício da produção escalonável.
A reactivação das actividades de exploração no Bloco KON-11, especialmente na Bacia do Kwanza, que esteve inactiva desde os anos 90, representa um marco significativo para a indústria petrolífera angolana.
As operações de perfuração es- tão a ser lideradas pela empresa Corcel, que expressou o seu entusiasmo com o início das actividades de perfuração em Angola, considerando esse marco extremamente significativo para a empresa.
A Corcel e a Sonangol têm a convicção de que a reinterpretação das estruturas existentes, aliada à aplicação de tecnologia de perfuração e completação de ponta, incluindo a possibilidade de perfuração horizontal, resultará num aumento significativo do Original Oil in place (“OOIP”) do campo.
O reservatório convencional do campo Tobias está situado no calcário Binga, com uma porosidade que varia entre 4% e 14%, a uma profundidade de cerca de 700 metros. O pico histórico de produção do poço Tobias foi de 17,5 KBPD, com um total de 29 MMBBLS produzidos ao longo da vida do campo.
A Corcel estima que os recursos petrolíferos contingentes não produzidos atinjam a marca de 65 MMBBLS, dos quais 11,7 MMBBLS correspondem à participação líquida da CRCL. Isso qualifica o campo para os benefícios fiscais estabelecidos pelo governo angolano para campos marginais, resultando em regimes favoráveis de royalties, impostos e depreciação.
O campo poderá começar a produzir no final do segundo trimestre de 2024. A Sonangol é a operadora do Bloco, com uma participação de 30%. A Brite’s Oil and Gas detém uma participação de 25%, o Grupo Simples conta com 20%, a empresa Atlas Petroleum Exploration 20% e a Omega Risk Solutions com um interesse participativo de 5%.



