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VALEU A PENA MOSTRAR

O DINAMISMO EMPREENDIDO NO SECTOR...

Revista Petrogás & Bio I No 0

Janeiro, Fevereiro e Março de 2024

TRANSIÇÃO ENERGÉTICA E JUSTA, PRECISA-SE!!


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A cidade do Cuito, capital da província do Bié, foi o ponto central geográfico do país, para o qual convergiram mais de trezentas personalidades convidadas a participar na IX Reunião do Conselho Consultivo do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás; um evento que durou apenas dois dias, mas que terão sido insuficientes para reflectir , na plenitude desejável, sobre a necessidade de “Fomentar a Cadeia de Valor dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás para a Diversificação Económica e o Desenvolvimento Sustentável”, numa altura em que o Bié cresce, sustentado num anel enorme agrícola, mas já a pensar numa verdadeira ascensão do seu crescimento sócio­económico, com a possibilidade real de se fazerem maiores investimentos na exploração dos seus solos ricos em minérios.


De 23 a 24 de Maio, no Instituto Politécnico do Cuito, foram variadíssimas as intervenções, quase todas elas viradas para o mesmo sentido: fazer valer a força do sector, imprimir mais dinamismo em todas áreas da sua actividade e divulgar, com maior intensidade e abrangência, o seu papel estratégico indispensável nos planos estratégicos que estão a ser implementados na diversificação da economia em todo o país.


As jornadas foram intensas, quase num modelo “no stop”, com intervalos muito curtos, mas, no final do Conselho soube-se que valeu a reflexão profunda vertida sobre um vasto leque de temáticas .

Por exemplo, apresentado o Balanço de Execução do PDN 2023 – 2027, referente ao ano 2023, soube-se que se vai impulsionar e intensificar a reposição de reservas, visando atenuar o declínio da produção de hidrocarbonetos, tendo como prioridades as seguintes: desenvolver os campos petrolíferos, incluindo campos marginais e campos maduros; optimizar o actual processo contratual para produção petrolífera, bem como acelerar a exploração e desenvolvimento de novas oportunidades de produção.


Neste contexto, é intenção do Sector “dar continuidade à estratégia de exploração de hidrocarbonetos de 2020-2025; definir a estratégia de exploração de hidrocarbonetos para 2026-2030; prosseguir com a implementação da estratégia de atribuição de concessões petrolíferas de 2019-2025, bem como definir a estratégia de atribuição de concessões petrolíferas para 2026-2030”.


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Entretanto, algumas acções desenvolvidas pelo Sector foram ventiladas durante o evento, destacando-se o início da construção das instalações do novo Consórcio de Gás, a inauguração da Fase 2 da Unidade de Recepção e Distribuição de Gás (Projecto Falcão 2), localizada no Soyo, a continuidade da implementação da plataforma Sanha Lean Gas Connection (SLGC), que visa o envio de gás dos campos Nemba e Sanha para a planta ALNG. Pretende-se igualmente dar-se continuidade à implementação do projecto Quiluma & Maboqueiro, que permitirá elevar o fornecimento de gás à planta ALNG.


Importa salientar que no quadro da implementação do projecto de Hidrogénio Verde e a participação do Sector de Petróleo e Gás no processo de descarbonização nacional, em Angola, até 2027, deverão ser produzidas, pelo menos, 280 mil toneladas métricas de Amónia Verde por ano, após conclusão da planta de hidrogénio verde.


Neste quadro de intenções, que se asseguram viáveis, a fábrica de hidrogénio verde deverá ser uma realidade até 2027, num momento em que se está a analisar a viabilidade da construção de uma biorrefinaria no País. Operacionalizar a Central fotovoltaica do Caraculo, no Namibe e concluir a central fotovoltaica de Quilemba, na Huíla estão igualmente referenciadas como meta atingir neste período.


No âmbito da “descarbonização da cadeia do petróleo e gás”, é objectivo do sector eliminar gradualmente a queima rotineira de gás (flaring) nas operações durante o quinquénio e reduzir as emissões em instalações e equipamentos.


Na nossa próxima edição, publicaremos um “dossiê” sobre as intervenções mais importantes registadas no IX Conselho Consultivo do MIREMPET, entre as quais do ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, do Governador Provincial do Bié, Pereira Alfredo, destacando-se igualmente as apresentações técnicas feitas em diversos painéis por diversas entidades ligadas ao sector.

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Janeiro, Fevereiro e Março de 2024

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A cidade do Cuito, capital da província do Bié, foi o ponto central geográfico do país, para o qual convergiram mais de trezentas personalidades convidadas a participar na IX Reunião do Conselho Consultivo do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás; um evento que durou apenas dois dias, mas que terão sido insuficientes para reflectir , na plenitude desejável, sobre a necessidade de “Fomentar a Cadeia de Valor dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás para a Diversificação Económica e o Desenvolvimento Sustentável”, numa altura em que o Bié cresce, sustentado num anel enorme agrícola, mas já a pensar numa verdadeira ascensão do seu crescimento sócio­económico, com a possibilidade real de se fazerem maiores investimentos na exploração dos seus solos ricos em minérios.


De 23 a 24 de Maio, no Instituto Politécnico do Cuito, foram variadíssimas as intervenções, quase todas elas viradas para o mesmo sentido: fazer valer a força do sector, imprimir mais dinamismo em todas áreas da sua actividade e divulgar, com maior intensidade e abrangência, o seu papel estratégico indispensável nos planos estratégicos que estão a ser implementados na diversificação da economia em todo o país.


As jornadas foram intensas, quase num modelo “no stop”, com intervalos muito curtos, mas, no final do Conselho soube-se que valeu a reflexão profunda vertida sobre um vasto leque de temáticas .

Por exemplo, apresentado o Balanço de Execução do PDN 2023 – 2027, referente ao ano 2023, soube-se que se vai impulsionar e intensificar a reposição de reservas, visando atenuar o declínio da produção de hidrocarbonetos, tendo como prioridades as seguintes: desenvolver os campos petrolíferos, incluindo campos marginais e campos maduros; optimizar o actual processo contratual para produção petrolífera, bem como acelerar a exploração e desenvolvimento de novas oportunidades de produção.


Neste contexto, é intenção do Sector “dar continuidade à estratégia de exploração de hidrocarbonetos de 2020-2025; definir a estratégia de exploração de hidrocarbonetos para 2026-2030; prosseguir com a implementação da estratégia de atribuição de concessões petrolíferas de 2019-2025, bem como definir a estratégia de atribuição de concessões petrolíferas para 2026-2030”.


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Entretanto, algumas acções desenvolvidas pelo Sector foram ventiladas durante o evento, destacando-se o início da construção das instalações do novo Consórcio de Gás, a inauguração da Fase 2 da Unidade de Recepção e Distribuição de Gás (Projecto Falcão 2), localizada no Soyo, a continuidade da implementação da plataforma Sanha Lean Gas Connection (SLGC), que visa o envio de gás dos campos Nemba e Sanha para a planta ALNG. Pretende-se igualmente dar-se continuidade à implementação do projecto Quiluma & Maboqueiro, que permitirá elevar o fornecimento de gás à planta ALNG.


Importa salientar que no quadro da implementação do projecto de Hidrogénio Verde e a participação do Sector de Petróleo e Gás no processo de descarbonização nacional, em Angola, até 2027, deverão ser produzidas, pelo menos, 280 mil toneladas métricas de Amónia Verde por ano, após conclusão da planta de hidrogénio verde.


Neste quadro de intenções, que se asseguram viáveis, a fábrica de hidrogénio verde deverá ser uma realidade até 2027, num momento em que se está a analisar a viabilidade da construção de uma biorrefinaria no País. Operacionalizar a Central fotovoltaica do Caraculo, no Namibe e concluir a central fotovoltaica de Quilemba, na Huíla estão igualmente referenciadas como meta atingir neste período.


No âmbito da “descarbonização da cadeia do petróleo e gás”, é objectivo do sector eliminar gradualmente a queima rotineira de gás (flaring) nas operações durante o quinquénio e reduzir as emissões em instalações e equipamentos.


Na nossa próxima edição, publicaremos um “dossiê” sobre as intervenções mais importantes registadas no IX Conselho Consultivo do MIREMPET, entre as quais do ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, do Governador Provincial do Bié, Pereira Alfredo, destacando-se igualmente as apresentações técnicas feitas em diversos painéis por diversas entidades ligadas ao sector.

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IX o CONSELHO CONSULTIVO DO MINISTÉRIO DOS RECURSOS MINERAIS, PETRÓLEO E GÁS



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