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Vai garantir gás à Central Termoeléctrica e à Fábrica de Fertilizantes do Soyo

 ARRANCA A SEGUNDA FASE DO PROJECTO “FALCÃO”
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Janeiro, Fevereiro e Março de 2024

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 ARRANCA A SEGUNDA FASE DO PROJECTO “FALCÃO”

VAI GARANTIR GÁS À CENTRAL TERMOELÉCTRICA E À FÁBRICA DE FERTILIZANTES DO SOYO
VAI GARANTIR GÁS À CENTRAL TERMOELÉCTRICA E À FÁBRICA DE FERTILIZANTES DO SOYO

A segunda fase do projecto Falcão - um investimento de 42,8 milhões de dólares(38,9 milhões de euros) que vai garantir gás à central termoeléctrica de Ciclo Com- binado e Fábrica de fertilizantes do Soyo – foi recentemente inaugurado nesta cidade pela Sonangol.


O objectivo, explicou Diamantino Azevedo, ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, é fornecer gás tratado à central do Soyo, na província do Zaire, e a outros projectos industriais como o da fábrica de amónia e ureia, que considerou estratégico para o país, garantindo autossuficiência em fertilizantes.


Citado pela Lusa, Diamantino Azevedo estimou que a primeira produção de fertilizantes deve acontecer durante o actual mandato — até 2027 – e garantiu que o Governo está a prestar apoio aos promotores privados do projecto (grupo Opaia), que tem também uma pequena participação da petrolífera estatal angolana, Sonangol.


“Sabemos que o contexto nacional e internacional é difícil, é um desafio que nos propusemos (...) e que não passa pela produção de amónia e ureia, passa pelo nosso país se tornar auto-suficiente em correctivos de solos e fertilizantes”, sublinhou o governante na cerimónia de inauguração.


“Se o país começar a produzir fertilizantes, vai gastar menos divisas a importar fertilizantes, que podem ser canalizadas para outras áreas, e teremos mais produtividade agrícola e poderemos reforçar a segurança alimentar”, acrescentou.


Manuel Barros, presidente executivo da Sonagás, subsidiária da Sonangol para distribuição de gás butano, reiterou que o projecto vai permitir maximizar a produção de gás em Angola: “Ao invés de estarmos a exportar matéria-prima, vamos utilizar este projecto no nosso país, gerando energia para o desenvolvimento e impulsionar o sector agrícola”.


Com um custo total de 42,8 milhões de dólares, o Projeto Falcão levou 26 meses a ser construído, desde o lançamento da primeira pedra, a 28 de setembro de 2021.


A infraestrutura prevê a recepção, transporte e distribuição de gás natural da unidade Angola LNG para a central de ciclo combinado do Soyo e para a fábrica de fertilizantes e vai tratar por dia até 150 milhões de pés cúbicos de gás.






VAI GARANTIR GÁS À CENTRAL TERMOELÉCTRICA E À FÁBRICA DE FERTILIZANTES DO SOYO
VAI GARANTIR GÁS À CENTRAL TERMOELÉCTRICA E À FÁBRICA DE FERTILIZANTES DO SOYO

A segunda fase do projecto Falcão - um investimento de 42,8 milhões de dólares(38,9 milhões de euros) que vai garantir gás à central termoeléctrica de Ciclo Com- binado e Fábrica de fertilizantes do Soyo – foi recentemente inaugurado nesta cidade pela Sonangol.


O objectivo, explicou Diamantino Azevedo, ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, é fornecer gás tratado à central do Soyo, na província do Zaire, e a outros projectos industriais como o da fábrica de amónia e ureia, que considerou estratégico para o país, garantindo autossuficiência em fertilizantes.


Citado pela Lusa, Diamantino Azevedo estimou que a primeira produção de fertilizantes deve acontecer durante o actual mandato — até 2027 – e garantiu que o Governo está a prestar apoio aos promotores privados do projecto (grupo Opaia), que tem também uma pequena participação da petrolífera estatal angolana, Sonangol.


“Sabemos que o contexto nacional e internacional é difícil, é um desafio que nos propusemos (...) e que não passa pela produção de amónia e ureia, passa pelo nosso país se tornar auto-suficiente em correctivos de solos e fertilizantes”, sublinhou o governante na cerimónia de inauguração.


“Se o país começar a produzir fertilizantes, vai gastar menos divisas a importar fertilizantes, que podem ser canalizadas para outras áreas, e teremos mais produtividade agrícola e poderemos reforçar a segurança alimentar”, acrescentou.


Manuel Barros, presidente executivo da Sonagás, subsidiária da Sonangol para distribuição de gás butano, reiterou que o projecto vai permitir maximizar a produção de gás em Angola: “Ao invés de estarmos a exportar matéria-prima, vamos utilizar este projecto no nosso país, gerando energia para o desenvolvimento e impulsionar o sector agrícola”.


Com um custo total de 42,8 milhões de dólares, o Projeto Falcão levou 26 meses a ser construído, desde o lançamento da primeira pedra, a 28 de setembro de 2021.


A infraestrutura prevê a recepção, transporte e distribuição de gás natural da unidade Angola LNG para a central de ciclo combinado do Soyo e para a fábrica de fertilizantes e vai tratar por dia até 150 milhões de pés cúbicos de gás.





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