NOS PRÓXIMOS CINCO ANOS IGEO APRESENTA RESULTADOS DO PLANAGEO
REGISTADAS MAIS DE 60MIL AMOSTRAS DE OCORRÊNCIAS MINERAIS
Janeiro, Fevereiro e Março de 2024
Revista Petrogás & Bio I No 0
NOS PRÓXIMOS CINCO ANOS IGEO APRESENTA RESULTADOS DO PLANAGEO
REGISTADAS MAIS DE 60MIL AMOSTRAS DE OCORRÊNCIAS MINERAIS
Janeiro, Fevereiro e Março de 2024
Revista Petrogás & Bio I No 0
REGISTADAS MAIS DE 60MIL AMOSTRAS DE OCORRÊNCIAS MINERAIS

Os resultados dos estudos geológicos, realizados no âmbito do Plano Nacional De Geologia (PLANAGEO), foram, no passado mês de Julho, em Luanda, apresentados pelo Instituto Geológico De Angola (IGEO), destacando se os levantamentos de geologia, geoquímica e estudos específicos, hidrologia, base de dados geológica nacional, infraestrutura de apoio a investigação geológica, plano de trabalho do PLANAGEO da zona 2 e prospecção de minerais metálicos.
Deste modo, mais uma fase da etapa de levantamento do potencial de ocorrências minerais pelo país foi concluída e fica já em disposição dos investidores para a realização de projectos de investimentos de prospecto de recursos.
De acordo com o J.A., citando fontes do referido instituto, foram registadas, ao todo, cerca de 60 mil amostras de ocorrências minerais, contra as cinco mil que datavam ainda da época colonial e que era o referencial até aqui utilizado.
Na apresentação dos resultados do Plano Nacional de Geologia (PLA- NAGEO), realizada recentemente no anfiteatro do Instituto Geológico de Angola (IGEO), na Centralidade do Kilamba, em Luanda, o ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Pedro Azevedo, disse que os recursos minerais em todos os componentes são indispensáveis para garantir qualidade de vida e desenvolvimento.
De acordo com Diamantino Pedro Azevedo, citado por fonte fidedigna do seu pelouro, contrariamente ao que se diz, “os recursos minerais são uma bênção, desde que se faça o melhor uso dele e é nesse sentido que se está a direccionar toda a actividade mineiro-geológica de Angola”.
Segundo o ministro, Angola “vai seguir a estratégia de transição energética em curso sem pressão externa, nem imposição de agendas de quaisquer parceiros ou entidades”.
Reiterou, por isso, a aposta na transformação de produtos intermédios e a não exportação de matéria-prima bruta. Aos investidores nacionais e estrangeiros, o ministro convidou-os a instalarem fábricas de lapidação no Pólo Diamantífero de Saurimo, na província da Lunda-Sul.
Um dado avançado pelo ministro Diamantino Azevedo é de que o pelo tem condições para gerar “mais de seis mil empregos” e está, neste momento, em preparação “a melhoria dos incentivos fiscais para o sector, visando a atracção de mais investidores”.
Reiterou, por isso, a aposta na transformação de produtos intermédios e a não exportação de matéria-prima bruta. Aos investidores nacionais e estrangeiros, o ministro convidou-os a instalarem fábricas de lapidação no Pólo Diamantífero de Saurimo, na província da Lunda-Sul. Um dado avançado pelo ministro Diamantino Azevedo é de que o pelo tem condições para gerar “mais de seis mil empregos” e está, neste momento, em preparação “a melhoria dos incentivos fiscais para o sector, visando a atracção de mais investidores”.
Para si, “o PLANAGEO, para além da criação de infraestruturas geológicas e o conhecimento em forma de mapas de anomalias geológicas e geofísicas de ocorrência, tem informação geológica macro que permite que os investidores se sintam mais motivados”.
É necessário haver muitas empresas a fazer prospecção para que, no final, se tenha algumas minas, pois, “nem toda a prospecção resulta num projecto mineiro”, considerou o Ministro, salientando que “ o contributo dos recursos minerais sólidos para a economia do país em termos de arrecadação de divisas é essencialmente do sector diamantífero, com cerca de 3%. Depois existe uma percentagem pequena dos mármores e granitos”.

É, sem dúvidas, uma das maiores realizações conquistadas no sector mineiro na última década e o seu percurso, que se espera cada vez mais dinâmico para a região, vai atrair centenas de jovens com formação suficiente para alimentar as suas famílias, projectar o seu crescimento profissional e, quem sai a ganhar, é o país. Tratase do Pólo de desenvolvimento diamantífero de Saurimo. (PDDS),com a capacidade para albergar 26 fábricas ligadas ao sector mineiro e diamantífero. Foi inaugurado, em Saurimo, pelo Presidente da República, João Lourenço.

Os resultados dos estudos geológicos, realizados no âmbito do Plano Nacional De Geologia (PLANAGEO), foram, no passado mês de Julho, em Luanda, apresentados pelo Instituto Geológico De Angola (IGEO), destacando se os levantamentos de geologia, geoquímica e estudos específicos, hidrologia, base de dados geológica nacional, infraestrutura de apoio a investigação geológica, plano de trabalho do PLANAGEO da zona 2 e prospecção de minerais metálicos.
Deste modo, mais uma fase da etapa de levantamento do potencial de ocorrências minerais pelo país foi concluída e fica já em disposição dos investidores para a realização de projectos de investimentos de prospecto de recursos.
De acordo com o J.A., citando fontes do referido instituto, foram registadas, ao todo, cerca de 60 mil amostras de ocorrências minerais, contra as cinco mil que datavam ainda da época colonial e que era o referencial até aqui utilizado.
Na apresentação dos resultados do Plano Nacional de Geologia (PLA- NAGEO), realizada recentemente no anfiteatro do Instituto Geológico de Angola (IGEO), na Centralidade do Kilamba, em Luanda, o ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Pedro Azevedo, disse que os recursos minerais em todos os componentes são indispensáveis para garantir qualidade de vida e desenvolvimento.
De acordo com Diamantino Pedro Azevedo, citado por fonte fidedigna do seu pelouro, contrariamente ao que se diz, “os recursos minerais são uma bênção, desde que se faça o melhor uso dele e é nesse sentido que se está a direccionar toda a actividade mineiro-geológica de Angola”.
Segundo o ministro, Angola “vai seguir a estratégia de transição energética em curso sem pressão externa, nem imposição de agendas de quaisquer parceiros ou entidades”.
Reiterou, por isso, a aposta na transformação de produtos intermédios e a não exportação de matéria-prima bruta. Aos investidores nacionais e estrangeiros, o ministro convidou-os a instalarem fábricas de lapidação no Pólo Diamantífero de Saurimo, na província da Lunda-Sul.
Um dado avançado pelo ministro Diamantino Azevedo é de que o pelo tem condições para gerar “mais de seis mil empregos” e está, neste momento, em preparação “a melhoria dos incentivos fiscais para o sector, visando a atracção de mais investidores”.
Reiterou, por isso, a aposta na transformação de produtos intermédios e a não exportação de matéria-prima bruta. Aos investidores nacionais e estrangeiros, o ministro convidou-os a instalarem fábricas de lapidação no Pólo Diamantífero de Saurimo, na província da Lunda-Sul. Um dado avançado pelo ministro Diamantino Azevedo é de que o pelo tem condições para gerar “mais de seis mil empregos” e está, neste momento, em preparação “a melhoria dos incentivos fiscais para o sector, visando a atracção de mais investidores”.
Para si, “o PLANAGEO, para além da criação de infraestruturas geológicas e o conhecimento em forma de mapas de anomalias geológicas e geofísicas de ocorrência, tem informação geológica macro que permite que os investidores se sintam mais motivados”.
É necessário haver muitas empresas a fazer prospecção para que, no final, se tenha algumas minas, pois, “nem toda a prospecção resulta num projecto mineiro”, considerou o Ministro, salientando que “ o contributo dos recursos minerais sólidos para a economia do país em termos de arrecadação de divisas é essencialmente do sector diamantífero, com cerca de 3%. Depois existe uma percentagem pequena dos mármores e granitos”.

É, sem dúvidas, uma das maiores realizações conquistadas no sector mineiro na última década e o seu percurso, que se espera cada vez mais dinâmico para a região, vai atrair centenas de jovens com formação suficiente para alimentar as suas famílias, projectar o seu crescimento profissional e, quem sai a ganhar, é o país. Tratase do Pólo de desenvolvimento diamantífero de Saurimo. (PDDS),com a capacidade para albergar 26 fábricas ligadas ao sector mineiro e diamantífero. Foi inaugurado, em Saurimo, pelo Presidente da República, João Lourenço.














