DIAMANTINO DE AZEVEDO
CRIAÇÃO DA INDÚSTRIA PETROQUÍMICA É UM “DESAFIO
Janeiro, Fevereiro e Março de 2024
Revista Petrogás & Bio I No 0
DIAMANTINO DE AZEVEDO
CRIAÇÃO DA INDÚSTRIA
Janeiro, Fevereiro e Março de 2024
Revista Petrogás & Bio I No 0
CRIAÇÃO DA INDÚSTRIA PETROQUÍMICA É UM “DESAFIO

O Ministro dos Recursos Minerais, do Petróleo e Gás disse que o arranque da segunda fase do projecto que vai garantir gás a central Termoelétrica de Ciclo Combinado e Fábrica de fertilizantes no município do Soyo é um“ desafio grandioso” que visa maximizar cada barril de petróleo produzido no nosso país, salientando que a criação desta indústria de refinação, da petroquímica e uma indústria de correctivos de solos e de fertilizantes, são necessários vários passos porque “nada vai cair do céu”.
“É necessário muito trabalho, é preciso uma estratégia bem delineada, é preciso que se cumpram acções passo a passo”, disse Diamantino de Azevedo, para quem a orientação do Presidente da República, João Lourenço, para o sector, além de outras actividades, “é fazer frente ao declínio das reservas de hidrocarbonetos, criar estabilidade na sua produção no nosso país e desenvolver cada vez mais a produção de gás não - associado ao Petróleo,”
“Nesta indústria, cortar caminho não é possível !. Por isso é que todas as nossas actividades começam com o “momento segurança”. E parecendo que não, o que estamos a fazer aqui hoje no Soyo é fundamental, não só para continuarmos a dar garantias de alimentação ao Ciclo Combinado do Soyo, quando necessário, mas essencialmente para que o projecto de construção da fábrica de Amónio e de Ureia se torne realidade”, frisou.
Na ocasião, o Ministro dos Recursos Minerais e Petróleo alertou aos responsáveis da Soangola e a Opaia, os parceiros fundamentais na futura fábrica de Amónio e Ureia, no sentido de cumprirem o que prometeram: construir aqui esta fábrica no tempo devido. “Nós estamos a cumprir a nossa parte ( Executivo, do Governo da Província). Se no tempo que nós pretendemos, a fábrica não estiver implementada, só existem dois responsáveis: é o Grupo Opaia e a Sonangol ”, afirmou.

“ É um desafio novo que os senhores têm....Não é fácil fazer um projecto desta natureza, mas é um dos projectos (e eu assumo a responsabilidade de dizer isso) de extrema importância para o nosso país, pois com a fabrica de amónio e de ureia estamos a criar a indústria âncora para que o país se torne auto-suficiente em fertilizantes”, acrescentou o governante.
Entretanto, o ministro pediu alguma compreensão a toda a população, frisando que a implementação destes projectos, sendo um processo, “precisa de tempo, especialmente num momento difícil, tanto para a economia do nosso país como do contexto internacional”.
“Não é fácil, não só por causa da conjuntura nacional e internacional, como o próprio contexto em que quando um país em desenvolvimento, quando um país africano pretende desenvolver projectos desta natureza, há sempre alguém que tente impedir porque há interesses terceiros que acham que a África deve continuar a ser um simples fornecedor de matéria bruta”, alertou o ministro.
“Cabe-nos a nós próprios ter coragem, ter inteligência e força para não aceitar estas imposições provenientes muitas vezes de argumentos de organizações internacionais, em conferências e outros géneros de convenções, onde tentam criar todos os mecanismos para que a África continue com este dilema, Então, temos de ser fortes, temos de ser unidos e determinados para avançamos ; temos de contar com os nossos jovens, com os empresários, as nossas instituições financeiras, os nossos parceiros tecnológicos e, acima de tudo, connosco próprios para que tenhamos nas nossas mãos o destino do nosso país”, rematou.

O Ministro dos Recursos Minerais, do Petróleo e Gás disse que o arranque da segunda fase do projecto que vai garantir gás a central Termoelétrica de Ciclo Combinado e Fábrica de fertilizantes no município do Soyo é um“ desafio grandioso” que visa maximizar cada barril de petróleo produzido no nosso país, salientando que a criação desta indústria de refinação, da petroquímica e uma indústria de correctivos de solos e de fertilizantes, são necessários vários passos porque “nada vai cair do céu”.
“É necessário muito trabalho, é preciso uma estratégia bem delineada, é preciso que se cumpram acções passo a passo”, disse Diamantino de Azevedo, para quem a orientação do Presidente da República, João Lourenço, para o sector, além de outras actividades, “é fazer frente ao declínio das reservas de hidrocarbonetos, criar estabilidade na sua produção no nosso país e desenvolver cada vez mais a produção de gás não - associado ao Petróleo,”
“Nesta indústria, cortar caminho não é possível !. Por isso é que todas as nossas actividades começam com o “momento segurança”. E parecendo que não, o que estamos a fazer aqui hoje no Soyo é fundamental, não só para continuarmos a dar garantias de alimentação ao Ciclo Combinado do Soyo, quando necessário, mas essencialmente para que o projecto de construção da fábrica de Amónio e de Ureia se torne realidade”, frisou.
Na ocasião, o Ministro dos Recursos Minerais e Petróleo alertou aos responsáveis da Soangola e a Opaia, os parceiros fundamentais na futura fábrica de Amónio e Ureia, no sentido de cumprirem o que prometeram: construir aqui esta fábrica no tempo devido. “Nós estamos a cumprir a nossa parte ( Executivo, do Governo da Província). Se no tempo que nós pretendemos, a fábrica não estiver implementada, só existem dois responsáveis: é o Grupo Opaia e a Sonangol ”, afirmou.

“ É um desafio novo que os senhores têm....Não é fácil fazer um projecto desta natureza, mas é um dos projectos (e eu assumo a responsabilidade de dizer isso) de extrema importância para o nosso país, pois com a fabrica de amónio e de ureia estamos a criar a indústria âncora para que o país se torne auto-suficiente em fertilizantes”, acrescentou o governante.
Entretanto, o ministro pediu alguma compreensão a toda a população, frisando que a implementação destes projectos, sendo um processo, “precisa de tempo, especialmente num momento difícil, tanto para a economia do nosso país como do contexto internacional”.
“Não é fácil, não só por causa da conjuntura nacional e internacional, como o próprio contexto em que quando um país em desenvolvimento, quando um país africano pretende desenvolver projectos desta natureza, há sempre alguém que tente impedir porque há interesses terceiros que acham que a África deve continuar a ser um simples fornecedor de matéria bruta”, alertou o ministro.
“Cabe-nos a nós próprios ter coragem, ter inteligência e força para não aceitar estas imposições provenientes muitas vezes de argumentos de organizações internacionais, em conferências e outros géneros de convenções, onde tentam criar todos os mecanismos para que a África continue com este dilema, Então, temos de ser fortes, temos de ser unidos e determinados para avançamos ; temos de contar com os nossos jovens, com os empresários, as nossas instituições financeiras, os nossos parceiros tecnológicos e, acima de tudo, connosco próprios para que tenhamos nas nossas mãos o destino do nosso país”, rematou.













