AUTO-SUFICIÊNCIA EM DERIVADOS
DE PETRÓLEO, JÁ
Plano Director do Gás Natural em fase de consulta acelerada com os parceiros
Janeiro, Fevereiro e Março de 2024
Revista Petrogás & Bio I No 0
AUTO-SUFICIÊNCIA EM DERIVADOS DE PETRÓLEO, JÁ
AUTO-SUFICIÊNCIA EM DERIVADOS DE PETRÓLEO, JÁ
Janeiro, Fevereiro e Março de 2024
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O Ministro dos Recursos Naturais, Petróleo e Gás, considerou recentemente em Luanda que o Plano Director do Gás Natural, em fase de consulta com os parceiros do sector, constituirá a estratégia para o desenvolvimento deste recurso, que irá contribuir para a diversificação da nossa economia, com a criação de indústrias petroquímicas, siderúrgicas, etc., constituindo oportunidades de investimento, principalmente para o sector privado. Diamantino de Azevedo, que discursava na abertura da 4a edição da “Conferência e Exibição Angola Oil and Gas 2023”que decorreu em Luanda, com o lema “Segurança Energética, Descarbonização e Desenvolvimento Sustentável”, assegurou que quanto ao mid e downstream, o país oferece oportunidades de investimentos nas áreas de refinação, armazenagem, transporte, distribuição e comercialização de produtos derivados do petróleo, mas também na construção de Postos de Abastecimento, para melhoria do sistema de distribuição.
Para si, Angola pretende urgente- mente atingir a auto-suficiência em derivados de petróleo, tendo neste contexto reafirmado que o Executivo aprovou a construção de 3 novas refinarias, em Cabinda, Soyo e Lobito, e a construção de instalações de armazenagem em terra, com destaque para o Terminal Oceânico da Barra do Dande, cuja primeira fase deverá estar concluída em 2024, com capacidade de armazenagem de 582 mil metros cúbicos de gasóleo, gasolina e LPG e que deverá contribuir para a expansão do fornecimento de combustíveis.
“Gostaríamos de realçar, que o Executivo angolano sob a lide- rança de Sua Excelência Dr. João Manuel Gonçalves Lourenço, Presidente da República e Titular do Poder Executivo, continua empenhado na implementação de medidas que visam melhorar a governança e a consolidação de um ambiente de negócio competitivo e transparente para a atracção de investimentos e a diversificação da economia, proporcionado as- sim o máximo de benefícios para o povo angolano e ao mesmo tempo garantir o retorno justo para os investidores”, garantiu, Na ocasião, Diamantino de Azevedo, reiterou o compromisso do sector que dirige de continuar a cooperar com os seus parceiros da indústria e das organizações internacionais e regionais, desig- nadamente a OPEP, a APPO e o GECF para a sustentabilidade da indústria do petróleo e gás.





