ENCERRADA HÁ 49 ANOS
MINA DE COBRE DE TETELO REINICIA PRODUÇÃO
Revista Petrogás & Bio I No 0
Janeiro, Fevereiro e Março de 2024
MINA DE COBRE DE TETELO REINICIA PRODUÇÃO
Revista Petrogás & Bio I No 0
Janeiro, Fevereiro e Março de 2024

O ministro dos recursos minerais, petróleo e gás, esteve no Uíge onde efectuou o lançamento da primeira pedra para a reconstrução da mina de Tetelo, numa concorrida actividade que movimentou altos funcionários do seu ministério, do Governo Provincial do Uíge, representantes de outras províncias, empresários, nacionais e internacionais, entre outros.
Localizada a cerca de 310 quilómetros a norte da Província do Uíge, mais concretamente na localidade de Mavoio, Município de Maquela de Zombo, a mina de cobre de Tetelo, é actualmente, em Angola, a única de exploração desse tipo de minerais.
Trata-se de uma zona de exploração a céu aberto, com cerca de quatro quilómetros, que se espera vir a prestar um grande contributo ao rápido desenvolvimento da localidade, através da instalação de serviços sociais, criação de emprego, entre outros desafios.
De acordo com informações colhidas pela revista Petrogás & Bio, a segunda fase do projecto prevê a exploração subterrânea da mina, com uma quota de 500 metros de profundidade, estando previsto, a partir de 2024, a produção de quatro mil toneladas de cobre/dia, perfazendo 30 mil toneladas de cobre contido/ano.
Os custos gerais para a construção da Mina de Tetelo estão avaliados em 275 milhões de dólares, dos quais cerca de 60 milhões dólares foram já despendidos na fase inicial, com trabalhos de pesquisa, prospecção e avaliação do projecto.
Falando Revista Petrogás & Bio, o Presidente do Conselho de administração da Sociedade Mineira de Cobre de Angola(SMCA), Rui Lopes, disse que estão criadas todas as condições para a construção da mina que, na primeira fase, tem um período de vida útil, de 10 anos, com a possibilidade de se incorporar outros recursos minerais à medida que forem identificados.
Para além do Cobre, existe na região mineira de Mavoio, que compreende uma área territorial de cerca de dez mil quilómetros quadrados, aglutinando os municípios do Bembe, Damba e Maquela do Zombo, reservas de Ferro, Calcite, Pirite, Enxofre, Xisto, Calcopirite, Enargite/ Tennantite, Esfalerite, Galena, Bornite, Óxidos e Hidró- xidos de Ferro.

O ministro do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino de Azevedo, revelou que estão assegurados os apoios da instituição que dirige e dos órgãos governamentais da Província do Uíge, para o trabalho contínuo da Mina de Tetelo e de outras iniciativas de concepção de projectos do sector. “O Ministério dos Recursos Minerais e o Governo Provincial do Uíge vão acompanhar o desenvolvimento do projecto, dando o apoio necessário para o seu êxito”, afirmou.
De uma maneira geral, técnicos ligados ao sector das minas presentes no encontro convergem na ideia de que, nos próximos trás anos, os recursos minerais da mina de Mavoio venham a aumentar significativamente, atingindo uma produção de 35 milhões de toneladas e uma estimativa de produção de 875 mil toneladas de cobre puro num prazo mínimo de dez anos, o que os leva a acreditar que o sector das minas, naquela região, possam dar um contributo enorme à economia local e nacional. “Os cálculos são animadores e perspectiva-se uma boa produção de cobre, assim como a criação de vários postos de trabalhos para a população local”, asseguram.

Para estes, a implantação do projecto de desenvolvimento da mina representa um factor determinante para revitalização da economia nesta região do pais, com a construção de infra-estruturas e de todas as facilidades complementares.
O Presidente do Conselho de Administração da Sociedade Mineira de Cobre de Angola (SMCA), revelou que dos mil postos de trabalho directo que a sua empresa prevê oferecer até ao fim do projecto, 210 postos de emprego fixos estão as- segurados nesta primeira fase, cujo término está previsto para finais do próximo ano, altura em que a Mina de Tetelo inicia a exploração de cobre.
Na agenda da Shining Star Icarus (SSI), que aparece neste projecto como um dos grandes intervenientes, associada entre outras empresas, com a MINARA-Exploração e Desenvolvimento Mineiro, Lda, que detém mais de 2/3 do capital social na empreitada, estão igualmente previstos a promoção de programas de formação contínua do pessoal recrutado, assistência médica e medicamentosa às populações das aldeias circunscritas região mineira e a criação de emprego para os jovens residentes nas zonas adjacentes ao projecto.
As obras de construção da mina estão a cargo da empresa Sinohydro Construction Angola, que funciona com 210 trabalhadores, dos quais 175 são angolanos e 35 chineses.,.
Para o governador do Uíge, José Carvalho da Rocha, o projecto representa um grande investimento, “ em tendo em conta as oportunidades de emprego que oferece e o desenvolvimento que poderá trazer para a província. Com estes investimentos na província, estão lançadas as bases para o progresso da região e a geração do desenvolvimento local,” disse o governante.

Designada anteriormente por Empresa de Cobre de Angola (ECA), essa mina iniciou a sua efectiva actividade em 1938, numa extensão de aproximadamente 9684,5 km2, até paralisar em 1972.
Naquela altura, sob regime colonial português, a empresa funcionava com mais de três mil efectivos, tendo registado a primeira paralisação em 1961, devido ao início da Luta Armada para a Libertação de Angola.
Reaberta em 1971 com suporte de uma empresa japonesa, a mina de Mavoio voltou a paralisar, pela segunda vez, em 1972, com o regresso dos japoneses ao seu país.
As primeiras pesquisas realizadas entre 1937 e 1961 confirmaram a existência de cobre no local, mas dos resultados conseguidos, apenas 192.200 mil toneladas era cobre de metálico puro.
Mas na sequência dos trabalhos de prospecto que se realizam desde 2009, com levantamentos topográficos, cartografia geológica, estudos mineralógicos e geofísicos, investigações, ensaios metalúrgicos e perfurações de sondagem num perímetro de 9.478 metros, esses resultados evoluíram satisfatoriamente; estes números evoluíram positivamente com a descoberta de mais de seis milhões de toneladas de cobre. Os estudos efectuados apontam para a existência de cerca de 16 milhões de toneladas de cobre puro.
Informações ainda por se confirmar dão conta da existência de um projecto de construção de uma linha ferroviária para ligar as minas de Mavoio ao Porto do município do Soyo, na província do Zaire, no sentido de facilitar o transporte por via marítima do minério para os locais de transformação em Angola e no estrangeiro.
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O ministro dos recursos minerais, petróleo e gás, esteve no Uíge onde efectuou o lançamento da primeira pedra para a reconstrução da mina de Tetelo, numa concorrida actividade que movimentou altos funcionários do seu ministério, do Governo Provincial do Uíge, representantes de outras províncias, empresários, nacionais e internacionais, entre outros.
Localizada a cerca de 310 quilómetros a norte da Província do Uíge, mais concretamente na localidade de Mavoio, Município de Maquela de Zombo, a mina de cobre de Tetelo, é actualmente, em Angola, a única de exploração desse tipo de minerais.
Trata-se de uma zona de exploração a céu aberto, com cerca de quatro quilómetros, que se espera vir a prestar um grande contributo ao rápido desenvolvimento da localidade, através da instalação de serviços sociais, criação de emprego, entre outros desafios.
De acordo com informações colhidas pela revista Petrogás & Bio, a segunda fase do projecto prevê a exploração subterrânea da mina, com uma quota de 500 metros de profundidade, estando previsto, a partir de 2024, a produção de quatro mil toneladas de cobre/dia, perfazendo 30 mil toneladas de cobre contido/ano.
Os custos gerais para a construção da Mina de Tetelo estão avaliados em 275 milhões de dólares, dos quais cerca de 60 milhões dólares foram já despendidos na fase inicial, com trabalhos de pesquisa, prospecção e avaliação do projecto.
Falando Revista Petrogás & Bio, o Presidente do Conselho de administração da Sociedade Mineira de Cobre de Angola(SMCA), Rui Lopes, disse que estão criadas todas as condições para a construção da mina que, na primeira fase, tem um período de vida útil, de 10 anos, com a possibilidade de se incorporar outros recursos minerais à medida que forem identificados.
Para além do Cobre, existe na região mineira de Mavoio, que compreende uma área territorial de cerca de dez mil quilómetros quadrados, aglutinando os municípios do Bembe, Damba e Maquela do Zombo, reservas de Ferro, Calcite, Pirite, Enxofre, Xisto, Calcopirite, Enargite/ Tennantite, Esfalerite, Galena, Bornite, Óxidos e Hidró- xidos de Ferro.

O ministro do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino de Azevedo, revelou que estão assegurados os apoios da instituição que dirige e dos órgãos governamentais da Província do Uíge, para o trabalho contínuo da Mina de Tetelo e de outras iniciativas de concepção de projectos do sector. “O Ministério dos Recursos Minerais e o Governo Provincial do Uíge vão acompanhar o desenvolvimento do projecto, dando o apoio necessário para o seu êxito”, afirmou.
De uma maneira geral, técnicos ligados ao sector das minas presentes no encontro convergem na ideia de que, nos próximos trás anos, os recursos minerais da mina de Mavoio venham a aumentar significativamente, atingindo uma produção de 35 milhões de toneladas e uma estimativa de produção de 875 mil toneladas de cobre puro num prazo mínimo de dez anos, o que os leva a acreditar que o sector das minas, naquela região, possam dar um contributo enorme à economia local e nacional. “Os cálculos são animadores e perspectiva-se uma boa produção de cobre, assim como a criação de vários postos de trabalhos para a população local”, asseguram.

Para estes, a implantação do projecto de desenvolvimento da mina representa um factor determinante para revitalização da economia nesta região do pais, com a construção de infra-estruturas e de todas as facilidades complementares.
O Presidente do Conselho de Administração da Sociedade Mineira de Cobre de Angola (SMCA), revelou que dos mil postos de trabalho directo que a sua empresa prevê oferecer até ao fim do projecto, 210 postos de emprego fixos estão as- segurados nesta primeira fase, cujo término está previsto para finais do próximo ano, altura em que a Mina de Tetelo inicia a exploração de cobre.
Na agenda da Shining Star Icarus (SSI), que aparece neste projecto como um dos grandes intervenientes, associada entre outras empresas, com a MINARA-Exploração e Desenvolvimento Mineiro, Lda, que detém mais de 2/3 do capital social na empreitada, estão igualmente previstos a promoção de programas de formação contínua do pessoal recrutado, assistência médica e medicamentosa às populações das aldeias circunscritas região mineira e a criação de emprego para os jovens residentes nas zonas adjacentes ao projecto.
As obras de construção da mina estão a cargo da empresa Sinohydro Construction Angola, que funciona com 210 trabalhadores, dos quais 175 são angolanos e 35 chineses.,.
Para o governador do Uíge, José Carvalho da Rocha, o projecto representa um grande investimento, “ em tendo em conta as oportunidades de emprego que oferece e o desenvolvimento que poderá trazer para a província. Com estes investimentos na província, estão lançadas as bases para o progresso da região e a geração do desenvolvimento local,” disse o governante.

Designada anteriormente por Empresa de Cobre de Angola (ECA), essa mina iniciou a sua efectiva actividade em 1938, numa extensão de aproximadamente 9684,5 km2, até paralisar em 1972.
Naquela altura, sob regime colonial português, a empresa funcionava com mais de três mil efectivos, tendo registado a primeira paralisação em 1961, devido ao início da Luta Armada para a Libertação de Angola.
Reaberta em 1971 com suporte de uma empresa japonesa, a mina de Mavoio voltou a paralisar, pela segunda vez, em 1972, com o regresso dos japoneses ao seu país.
As primeiras pesquisas realizadas entre 1937 e 1961 confirmaram a existência de cobre no local, mas dos resultados conseguidos, apenas 192.200 mil toneladas era cobre de metálico puro.
Mas na sequência dos trabalhos de prospecto que se realizam desde 2009, com levantamentos topográficos, cartografia geológica, estudos mineralógicos e geofísicos, investigações, ensaios metalúrgicos e perfurações de sondagem num perímetro de 9.478 metros, esses resultados evoluíram satisfatoriamente; estes números evoluíram positivamente com a descoberta de mais de seis milhões de toneladas de cobre. Os estudos efectuados apontam para a existência de cerca de 16 milhões de toneladas de cobre puro.
Informações ainda por se confirmar dão conta da existência de um projecto de construção de uma linha ferroviária para ligar as minas de Mavoio ao Porto do município do Soyo, na província do Zaire, no sentido de facilitar o transporte por via marítima do minério para os locais de transformação em Angola e no estrangeiro.
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O ministro dos recursos minerais, petróleo e gás, esteve no Uíge onde efectuou o lançamento da primeira pedra para a reconstrução da mina de Tetelo, numa concorrida actividade que movimentou altos funcionários do seu ministério, do Governo Provincial do Uíge, representantes de outras províncias, empresários, nacionais e internacionais, entre outros.
Localizada a cerca de 310 quilómetros a norte da Província do Uíge, mais concretamente na localidade de Mavoio, Município de Maquela de Zombo, a mina de cobre de Tetelo, é actualmente, em Angola, a única de exploração desse tipo de minerais.
Trata-se de uma zona de exploração a céu aberto, com cerca de quatro quilómetros, que se espera vir a prestar um grande contributo ao rápido desenvolvimento da localidade, através da instalação de serviços sociais, criação de emprego, entre outros desafios.
De acordo com informações colhidas pela revista Petrogás & Bio, a segunda fase do projecto prevê a exploração subterrânea da mina, com uma quota de 500 metros de profundidade, estando previsto, a partir de 2024, a produção de quatro mil toneladas de cobre/dia, perfazendo 30 mil toneladas de cobre contido/ano.
Os custos gerais para a construção da Mina de Tetelo estão avaliados em 275 milhões de dólares, dos quais cerca de 60 milhões dólares foram já despendidos na fase inicial, com trabalhos de pesquisa, prospecção e avaliação do projecto.
Falando Revista Petrogás & Bio, o Presidente do Conselho de administração da Sociedade Mineira de Cobre de Angola(SMCA), Rui Lopes, disse que estão criadas todas as condições para a construção da mina que, na primeira fase, tem um período de vida útil, de 10 anos, com a possibilidade de se incorporar outros recursos minerais à medida que forem identificados.
Para além do Cobre, existe na região mineira de Mavoio, que compreende uma área territorial de cerca de dez mil quilómetros quadrados, aglutinando os municípios do Bembe, Damba e Maquela do Zombo, reservas de Ferro, Calcite, Pirite, Enxofre, Xisto, Calcopirite, Enargite/ Tennantite, Esfalerite, Galena, Bornite, Óxidos e Hidró- xidos de Ferro.

O ministro do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino de Azevedo, revelou que estão assegurados os apoios da instituição que dirige e dos órgãos governamentais da Província do Uíge, para o trabalho contínuo da Mina de Tetelo e de outras iniciativas de concepção de projectos do sector. “O Ministério dos Recursos Minerais e o Governo Provincial do Uíge vão acompanhar o desenvolvimento do projecto, dando o apoio necessário para o seu êxito”, afirmou.
De uma maneira geral, técnicos ligados ao sector das minas presentes no encontro convergem na ideia de que, nos próximos trás anos, os recursos minerais da mina de Mavoio venham a aumentar significativamente, atingindo uma produção de 35 milhões de toneladas e uma estimativa de produção de 875 mil toneladas de cobre puro num prazo mínimo de dez anos, o que os leva a acreditar que o sector das minas, naquela região, possam dar um contributo enorme à economia local e nacional. “Os cálculos são animadores e perspectiva-se uma boa produção de cobre, assim como a criação de vários postos de trabalhos para a população local”, asseguram.

Para estes, a implantação do projecto de desenvolvimento da mina representa um factor determinante para revitalização da economia nesta região do pais, com a construção de infra-estruturas e de todas as facilidades complementares.
O Presidente do Conselho de Administração da Sociedade Mineira de Cobre de Angola (SMCA), revelou que dos mil postos de trabalho directo que a sua empresa prevê oferecer até ao fim do projecto, 210 postos de emprego fixos estão as- segurados nesta primeira fase, cujo término está previsto para finais do próximo ano, altura em que a Mina de Tetelo inicia a exploração de cobre.
Na agenda da Shining Star Icarus (SSI), que aparece neste projecto como um dos grandes intervenientes, associada entre outras empresas, com a MINARA-Exploração e Desenvolvimento Mineiro, Lda, que detém mais de 2/3 do capital social na empreitada, estão igualmente previstos a promoção de programas de formação contínua do pessoal recrutado, assistência médica e medicamentosa às populações das aldeias circunscritas região mineira e a criação de emprego para os jovens residentes nas zonas adjacentes ao projecto.
As obras de construção da mina estão a cargo da empresa Sinohydro Construction Angola, que funciona com 210 trabalhadores, dos quais 175 são angolanos e 35 chineses.,.
Para o governador do Uíge, José Carvalho da Rocha, o projecto representa um grande investimento, “ em tendo em conta as oportunidades de emprego que oferece e o desenvolvimento que poderá trazer para a província. Com estes investimentos na província, estão lançadas as bases para o progresso da região e a geração do desenvolvimento local,” disse o governante.

Designada anteriormente por Empresa de Cobre de Angola (ECA), essa mina iniciou a sua efectiva actividade em 1938, numa extensão de aproximadamente 9684,5 km2, até paralisar em 1972.
Naquela altura, sob regime colonial português, a empresa funcionava com mais de três mil efectivos, tendo registado a primeira paralisação em 1961, devido ao início da Luta Armada para a Libertação de Angola.
Reaberta em 1971 com suporte de uma empresa japonesa, a mina de Mavoio voltou a paralisar, pela segunda vez, em 1972, com o regresso dos japoneses ao seu país.
As primeiras pesquisas realizadas entre 1937 e 1961 confirmaram a existência de cobre no local, mas dos resultados conseguidos, apenas 192.200 mil toneladas era cobre de metálico puro.
Mas na sequência dos trabalhos de prospecto que se realizam desde 2009, com levantamentos topográficos, cartografia geológica, estudos mineralógicos e geofísicos, investigações, ensaios metalúrgicos e perfurações de sondagem num perímetro de 9.478 metros, esses resultados evoluíram satisfatoriamente; estes números evoluíram positivamente com a descoberta de mais de seis milhões de toneladas de cobre. Os estudos efectuados apontam para a existência de cerca de 16 milhões de toneladas de cobre puro.
Informações ainda por se confirmar dão conta da existência de um projecto de construção de uma linha ferroviária para ligar as minas de Mavoio ao Porto do município do Soyo, na província do Zaire, no sentido de facilitar o transporte por via marítima do minério para os locais de transformação em Angola e no estrangeiro.
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